Colunistas Marina Camargo Tecnologia

É possível transformar por meio da educação que gera resultados

Escrito por Marina Camargo
Reflexão: O cérebro humano é a máquina mais tecnológica que temos. E gera resultados no impacto direto às pessoas de baixa renda

 

Entre todas as teorias que conhecemos, há quem ainda possa pensar que as crianças nascem como uma folha em branco e que seus aprendizados podem depender, exclusivamente, dos estímulos que recebem. Não à toa, sempre escutei de minha mãe que daqui a pouco bebês já nascem “servindo café”, seguido de risos, mas enfatizando que o cérebro humano é uma máquina incrível e perfeita de aprendizagem.

Já pararam para pensar que a tecnologia só é possível porque há algo e alguém pensando por nós? Para o desenvolvimento do ser humano, o acesso à qualidade da educação, por exemplo, está diretamente relacionado ao atendimento das necessidades básicas e desenvolvimento social, melhorando a qualidade de vida.

Hoje, já é possível que uma estratégia, vinda de projetos que envolvam negócios digitais, tecnologia analógica, organizações e startups, além de gerarem lucro, impacte de forma positiva a realidade das pessoas, principalmente à população de baixa renda. Indo além, tais resultados ajudam a contribuir com a família da pessoa assistida. Logo, quanto mais contribuirmos nesse sentido para um desenvolvimento social focado em tecnologia, mais pessoas serão impactadas por essa solução. E o bolo só cresce.

A transformação existe. Não é irreal. Há um denominador comum para todas as iniciativas, que são os seus propósitos e o impacto que causam pelo seu poder de transformação. O cérebro é o poder humano de transformação. Já a tecnologia é a solução viável e inovadora para o auxílio na desmitificação dos problemas sociais que enfrenta a população de baixa renda.

Há razões para acreditar.

Sobre o autor

Marina Camargo

Marina Camargo é jornalista e pós-graduanda em comunicação nas Mídias Digitais. Escreve para diversos segmentos como energia, cotidiano e moda. Atualmente é, também, do ramo da comunicação corporativa em gestão de crise e imagem institucional, fotógrafa voluntária em ONGs da capital paulista e é uma das autoras do livro Viver é um ato de revolução. Marina assina a coluna mensal de tecnologia para o Jornal d'aqui.

Deixe um comentário