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Proteção máxima às florestas urbanas

Escrito por Redação

O foco na preservação de florestas urbanas é cada vez maior diante das iminentes mudanças climáticas, crescimento da população e escassez de água. A Reserva do Morro Grande, em Cotia, assim como a APA Embu Verde, ambas localizadas na Região Metropolitana de São Paulo, devem ser compreendidas cada vez mais dentro desse contexto, a exemplo do Parque da Cantareira, no município de São Paulo, e a Floresta da Tijuca, no Rio de Janeiro, uma vez que estão cada vez mais pressionadas pela expansão imobiliária.

Foto: Viajando e Clicando

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Segundo artigo da bióloga, especialista em biologia da conservação e doutora em Ciências da Engenharia Ambiental, Angela Pelin, pesquisadora e coordenadora do IPÊ – Instituto de Pesquisas Ecológicas, no Brasil, de acordo com o IBGE, cerca de 68% da população brasileira vivia nas cidades na década de 1980, número que cresceu para 85% em 2010.

“Esse crescimento das populações urbanas se dá, muitas vezes, sem que haja tempo para um adequado planejamento, refletindo na organização do espaço territorial, saturando e consumindo os recursos ambientais e resultando em consequências profundas para o meio ambiente e para a qualidade de vida das pessoas”, argumenta.

Para a especialista em preservação ambiental, é imprescindível que os gestores dessas florestas contenham a ameaça de redução dessas áreas. E para isso, integrar a sociedade por meio de atividades de recreação, contemplação e educação ambiental é um passo decisivo. Inclui ainda, a liberdade de cultos religiosos que valorizem a natureza enquanto espaços sagrados.

Foto: Viajando e Clicando

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“A conservação da biodiversidade nessas áreas é um objetivo e ao mesmo tempo um desafio. Imersas em uma matriz altamente antropizada, essas áreas tornam-se “ilhas” de floresta em meio às cidades”, diz Angela em seu artigo.

 

Fonte: Site O Eco

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