Sílvia Rocha Território

Vivendo na Comunidade Granja Viana

Escrito por Sílvia Rocha
Viver na Granja Viana é uma alegria que se alimenta a cada dia

Hoje, em torno das 11h00, recebo uma mensagem de minha amiga granjeira Silvia Carrizo. Ela queria saber se o Jack tinha fugido, nosso labrador de oito anos de idade, preto e carinhosamente chamado de “Cachorro Baleia”, pela minha filha mais velha.

Estranhei a mensagem, porque tudo indicava que o Jack estava em casa, como sempre. Mas saímos a procurá-lo, em vão.

Sílvia ama animais, é derretida pelo Jack. Ela me disse que havia recebido uma mensagem de “Cachorro encontrado” de uma amiga que, por sua vez, viu o anúncio num grupo de Facebook sobre Cachorros Perdidos.

Imagine, nosso cachorro foi achado antes que o déssemos como perdido!

Um rapaz que mora na Rua Nova Amazonas achou o Jack hoje de manhã e o levou para a Farmácia Emura do Centrinho da Granja. O farmacêutico Edvaldo prendeu o Jack no portão externo da farmácia, colocou água para ele, tirou uma foto e compartilhou no Grupo de Vizinhança Solidária dele. Logo, as pessoas foram replicando a mensagem até que a Sílvia Carrizo viu e me contatou.

Meu marido e nosso amigo João, que estava em casa, foram correndo buscar o Jack. Que alegria quando ele chegou, são e salvo!

Quebramos a cabeça e chegamos à conclusão de que ele fugiu ontem à noite, quando chegamos do cinema. Estava com meu marido e eu estava dirigindo. Esqueci de olhar atentamente para o portão enquanto ele fechava, e o Jack deve ter saído naquele momento, porque ninguém mais chegou ou saiu de casa.

Nosso Jack ficou a noite toda fora.

E, graças à nossa comunidade unida e solidária, especialmente ao rapaz que encontrou o Jack, ao farmacêitico Edvaldo e à minha amiga Sílvia, nosso Jack está novamente conosco.

Graças a Deus!

E graças à Comunidade Granja Viana!

Sobre o autor

Sílvia Rocha

Sílvia Rocha mora na Granja Viana desde 1994.
É graduada e mestre em Comunicação Social – Jornalismo – pela Escola de Comunicações e Artes da USP.

Pratica o haikai – micropoemas de origem japonesa, inspirados na natureza – desde 1984. Publicou a segunda edição de Estação Haikai e Gestação Haikai, pela editora É selo de língua, 2015. Ganhou o Concurso de Poesia Falada do Café das Flores e da Revista Escrita com As Quatro Estações do Ano, em 1987.

Escreve matérias, artigos e crônicas para veículos impressos e virtuais e conduz a oficina Haikai: universo em três versos em grupos, individualmente, presencialmente e à distância.

Site: www.silviarocha.com.br

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